terça-feira, 27 de setembro de 2011
Sobre os anjos
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Coisa de louco.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
So, go on.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Contos de Halloween.
domingo, 7 de novembro de 2010
Os amores platônicos mal resolvidos de Maria Olívia.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Ensandecido, ousado e prepotente.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Algumas considerações.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Tenho escrito menos.
E vivido um pouco mais. A literatura de meus dias perdeu o caráter de microconto, por isso não mais os tantos posts. Virou romance que não mais se capitula em poucos parágrafos. Muitas vezes abandonei em branco o texto, pois olhava, míope, para dentro de mim e nada via senão o nebuloso vulto da ulceração que ainda gritava em vermelho. Precisava encontrar um caminho para a superfície, mas no fundo daquele poço encontrei um par de lentes.
O romance nos desafia a convicção, por vezes tira a paciência, e pode até nos subtrair alguns anos da vida, mas quando é que alguém, por um segundo que fosse, cogitou – a sério – viver sem ele? Nossas aspirações vão, cada vez mais, aproximando-se da realidade; a gente passa a prometer menos, mentir menos, e chega até a achar que, dessa vez, erraremos menos, por julgarmos saber onde escondem-se todas as bombas desse campo minado. Nem preciso lembrar que a única certeza no romance é a de se estar eternamente em apuros, saracoteando as pernas para não se deixar afundar totalmente no obscuro e indecifrável oceano que é a vida daquela pessoa com a qual estamos de mãos dadas.
Em apuros pois é perigoso. É perigoso porque a gente arrisca. E a gente arrisca porque quer. Ninguém nos obriga a viver o amor, mas a gente ama vivê-lo. Ninguém nos obriga a sentir as mesmas dores de novo, mas a gente se quebra em mil pedaços para sentir o prazer na cura. A gente acha que pode viver sem, mas as palavras soluçadas no fim de uma noite ébria evidenciam o que, para todos ao nosso redor, já era óbvio: estamos fodidos.
Em apuros não estou só eu, estamos todos nós, meus caros. Romance é o que se persegue pelas esquinas, que foge à luz dos postes, e ele está bem. Em perigo estamos nós, nesse apuro que reside na nossa urgência em vivê-lo. Vivê-lo, mesmo que torto, inacabado, ferido, precipitado, errado, proibido, ou impossível. Vivê-lo de verdade, com intensidade e sem escudos. Como deve ser, e como inevitavelmente é, quando nosso coração nos dá aquela única e inevitável rasteira que nos faz quicar no chão.
Viver o romance é estar em apuros.
Estou vivendo, e não quero ser salvo.
Por: Lucas Silveira, o gênio.
Não me cansei do blog, só estou sem tempo. Muitas provas, lições de casa, trabalhos e Olimpíada de História na reta final dessa 8ª série.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Como está o seu romance?
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Devaneio.
"Não entendo o que se passa na minha cabeça". RÁ. Que piada. Como se alguém entendesse. Sou um turbilhão de sentimentos ambulante e o mais importante deles não é compreendido - não por quem o precisa compreender. Não sei como explicar essa coisa de atração. Sei lá. Só sei que um arrepio percorre meu corpo toda vez que me imagino em seus braços. Outra piada porque isso nunca vai acontecer.
Voltando. Eu fiquei tão perdida que eu não fiz nada, de novo. Perdi outra chance. Eu vivo perdendo chances e depois me arrependo. Aliás, andei pensando de a gente se encontrar em outra lugar, onde não exista "os outros". Sempre me esqueço que nem todo mundo têm poderes de Edward Cullen.
[...]
Mal sabia eu, o que viria a seguir.
Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Eu sempre fico esperando coisa demais da vida.
domingo, 11 de julho de 2010
A carta de despedida no meu travesseiro.
Chorei. Naquele momento queria outro de seus maravilhosos e salvadores abraços. Cadê você que não me vê, cadê você que eu não vejo? Cadê você pra me dizer que tudo isso vai passar?Não consegui sentir ódio, porque eu o amava. Inexplicável isso. Em um dia estava tudo bem entre a gente, no outro chego em casa de um dia comum e minha vida se transforma totalmente. E agora? O que eu vou fazer sem você aqui? Me acostumei tanto coma tua presença que não sei o que fazer.
Fiquei mais de uma hora sentada na cama, imóvel, não conseguindo pensar em nada, olhando da carta para o quadro de fotografias onde estavam registrados nossos melhores momentos. Eu queria mais um beijo, mais um abraço, mais uma foto... eu queria você, só você. Havia ainda tantas coisas que viveríamos juntos. Ah se você estivesse aqui...
Até hoje lamento a falta dele e na verdade nunca superei. Não consigo me desprender daquele passado perfeito. Sempre penso nele, inevitavelmente. Não consigo aceitar, é mais forte do que eu. As pessoas que me olham julgam que já superei e que não penso mais em você. Então elas não saber ver, meu amor. Não sei você pensa em mim ou se sente a minha falta. Não suplico por amor apenas por questões feministas. Mas saiba, meu amor, que se despedir não é fácil - ainda mais quando se ama este alguém. É preciso ser forte (coisa que você sabe que eu não sou). Se você quiser saber, ainda guardo a carta, seus bilhetes, flores secas no meio de cadernos e livros e nossas fotos. Nunca me esquecerei completamente. Você foi a melhor coisa que me aconteceu.
Tentolevantar a cabeça e continuar a viver. Não é fácil. Mas eu estou aqui, ainda no mesmo endereço, sentada em frente ao computador contando a história.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Medo de amar.
No entando como seria bom construir alguma coisa pura, liberta do falso amor sublimizado, liberta do medo de não amar... Medo de não amar, pior do que o medo de não ser amado."
(Clarice Lispector)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Romance (Assombrado?).
Um dos meninos, o Daniel, dedilhava alguma melodia que para mim era desconhecida, porém, linda. Foi quando ele subitamente parou de tocar e foi até a pequena janela do bar, dar uma olhada no jogo. E, em um piscar de olhos, deu um grito e desapareceu. O terror tomou conta de mim. Por um minuto ninguém falou. Eu não sabia o que fazer. Alguém tomou coragem:
-O que vamos fazer?
-Vou entrar lá. – eu afirmei
-Você está maluca. Não vê que é perigoso. É melhor deixar ele lá. – alguém disse
-Mas que tipo de amigo é você?
Eu caminhei ferozmente até a mesma janelinha, decidida a entrar. Detiveram-me. Decidimos não contar aos nossos pais e averiguar depois.
Passei uma semana horrível. Eu queria saber o que estava acontecendo. Estava agoniada.
Quando a próxima quarta-feira chegou, eu e outro menino, Samuel, decidimos entrar. Levaríamos lanternas e iríamos à noite.
O bar estava fechado, totalmente escuro. No fundo do bar havia uma portinha estreita e eu entrei, já que só um de nós poderia entrar. Era um cômodo pequeno e sujo. Em um canto consegui enxergá-lo. Ele tinha as mãos e os pés amarrados e uma fita na boca, que o impedia de falar. Com esforço consegui tirar a fita da boca dele.
-Daniel! O que aconteceu?
-Não é seguro você ficar aqui... Eu não sei o que me atacou... Leve meu violão e aquele livrinho. Dê um abraço na minha mãe por mim e diga que você sabe que eu a amo muito!
-Mas... Não posso te deixar aqui. Daniel, você é muito importante para mim!
-Eu não vou sair da sua vida. Prometa-me que nem por um segundo vai me esquecer. Estarei presente nas tuas memórias e em cada verso dessas músicas que estão nesse livro. Eu sempre quis te dizer uma coisa, Maria Olívia... Eu te amo. – e em seguida me beijou.
Ninguém nunca mais teve notícias dele. Por muitas quartas-feiras eu e o Samuel entrávamos lá na esperança que ele estivesse lá. Mas ele nunca mais esteve. Interditaram o bar, mas não acharam o monstro. Há quem diga que era um fantasma ou algum monstro da treva muito poderoso. Mas ninguém nunca soube ao certo. Eu tenho certeza que de onde quer que ele esteja, está querendo o meu bem e rezando por mim. Tenho certeza que nem por um segundo me esqueceu. Toda vez que vejo aquele violão ou abro aquele livro sinto a presença dele perto de mim. Eu tenho certeza de que agora ele é um anjo. Eu o amo, da forma mais sincera que consigo dizer.
domingo, 8 de novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Corrente
Nós, temos a necessidade de enfrentar de aceitar experiências difíceis, que nos agridem. E não fugir delas. Pelo contrário, enfrentá-las com toda a sua dor. Porque é através delas que crescemos e nos tornamos melhores. Não se deve fugir da dificuldade. Enfrentar os dragões. Aceitar a tristeza pode ser uma forma de felicidade. Encontraremos a felicidade do jeito que for melhor para nós. Podemos muito bem ser livres, basta ter cuidado. Enfrentar os desafios, tomar cuidado. Não há nada que impeça a felicidade. Todos temos direitos de buscar nossos próprios caminhos. As gerações evoluíram-se. Hoje, há uma importância enorme para o 'libertar-se', de criar um mundo mais bonito. É nós até que podemos. Basta ter cuidado e discernimento.
As pessoas são diferentes. Cada um que encontre a SUA felicidade. Ninguém têm que ser igual a ninguém. A felicidade pode estar ao seu lado - clichê. Aceitar a tristeza pode ser a minha felicidade, ou não.
Baseado no livro ' A Corrente da Vida' de Walcyr Carrasco.
Uma pequena nota por Marô Dornellas:
A felicidade, assim como o amor, pode vir de várias maneiras.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Eu sei que o tempo vai curar.
Deixa assim. Deixa eu ver no que vai dar. Não vou chegar com 'xis' e nem vou chegar com 'ceagá'. Talvez eu espere. Eu sei que não vai voltar. Eu estou escutando e vendo tudo. Não se faça de tonto.
Sabe, quando tudo está bem, vem alguém te tirar do sério. Promete pra mim: não vai voltar ?
Se você quiser o meu mundo é seu. Se parecer confuso, eu mudo, preciso de alguém aqui, como você. (8
Não sei até onde eu aceitarei. Mas eu queria tanto alguém aqui, que não me magoe. Deixa, brinca comigo mesmo. O tempo vai se encarregar de curar. Amar, talvez seja exatamente assim.
Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Passado, presente, futuro. Só você me tira a paz.
Caso você não tenha entendido nada, eu tenho alguns sérios problemas conjugais que me estressam.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Hoje eu resolvi falar do amor
Eu sempre sonhei demais com os contos de amor que eu contaria. Não nego que foi decepção após decepção. Achei que poderia surgir os prícinpes em seus maravilhosos cavalos brancos. Isso é história da cinderela.
Quando se fala em amor, logo se pensa em algo bom. Não sei se amei alguém de verdade ou se só disse da boca pra fora que amei. Não vou julgar mas, sempre mencionam o amor em forma de um bom texto, ou um bom elogio por se ter tal pensamento. Eu queria ser grande o suficiente para enfrentar, dizer mesmo. Sem medo. Mas eu não sou grande e continuarei sem dizer nada.
Queria me expressar pelas músicas. E aceitaria todas as sugestões, não usando meus instintos, porque eles estarão errados, segundo os críticos.
Não que eu não apoie quem ama. Oras, que deixem amar em paz. Eu não estou amando e provavelmente nunca amei também. Quando tem amor de verdade é legal. O pior é quando inventam um suposto amor. Não queria que vissem como coisa tão superflúa. Coisa que virou rotina. Também não quero idolatradores do amor. Que se dane, não o amor, porque eu acho que em algum lugar ele existe. Mas umas pessoas aí viiu. Tão me corroendo, matando por dentro.
Mais vou falar e confessar uma coisa: eu acredito no amor, naquele que eu sinto pelo NX Zero e pela Fresno. Esse tipo de amor não entra nessa história aqui. É um amor de verdade, diferente desse citado aqui. Sei lá eu como diferenciá-los, mas... aaah, você me entendeu vaaai.
Julguem como quiserem.
Beijos, paz de espírito.
Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Eu falei do amor irreal, inventado e teatralmente ensaiado para que pareça bom o bastante para os outros, caso você não tenha entendido. Eu detesto isso. Me mata porque eu sei que é inventado e por dentro a pessoa está vazia.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Nem quere o que não volta jamais...
É muito ruim você dedicar as suas insonias a quem não as merece. Pior ainda é bocejar na aula, consequeência de uma noite mal dormida. E ainda escutar que fomos feitos um para outro. Que idiotice. Não que eu não acredite no amor. Vou tentar mais uma vez encontrar alguém que me queira também. Daí tudo ficará em paz. Tudo será mais azul em uma manha nublada em Porto Alegre na nossa casa colonial com uma bela e enorme lareira que causa inveja aos vizinhos e com direito a pinheiros no quintal. É por essas e por outras que meu lance agora é Diego Ferrero e Lucas Silveira. A solidão acalma o coração - nossa nem acredito que eu disse isso.
Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Um dia você se sentirá, como eu me sinto.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Fuzilem o 12 de junho

Isso é uma bela forma de camuflar os problemas. Fazem mil comerciais com coraçoezinhos e com casais apaixonados. Ficam com frescurinhas pra lá e pra cá. Ninguém se importa, será, com os pobres? Ninguém se importa com as pessoas que morrem de fome e de frio? Ninguém se importa? NÃO, A RESPOSTA É NÃO ! Egoístas, sim. Cadê aqueles políticos que prometeram ajudar os pobres?
Sim, eu acredito que que têm a força para 'salvar' os necessitados são, sim, os políticos. Por mil motivos: têm apoio social, moral e financeiro, sobretudo.
Foi preciso que Jorge Amado denunciasse a realidade brasileira. E nada de coraçoezinhos vermelhos distribuindo sangue pelos ventrículos e átrios. Mas sim a fome, meninos rebeldes que só queriam um pouco de carinho e de um pai e uma mãe. Meninos que só queriam ser meninos.
Continuem espalhando coraçoezinhos por aí. Bela atitude (y). Por quê conseguimos ser tão superiores ao Afeganistão? Noossa, quanta honra. É por isso que não progredimos. Onde está " O amor por princípio; a ordem; e o progresso por fim?". Cadê a ajuda? Cadê o amor pelo povo brasileiro? Não é preciso que sejamos ladrões para chamar a atenção para a verdadeira realidade, ou é? Porque o homem nasce bom; a sociedade que o corrói.
Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Mas com Lucas Silveira, Diego Ferrero ou Rodrigo Tavares, eu casava.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
De todas as coisas...
fiz juramentos, prometi nunca mais amar (ok, isso foi exagero da minha parte)
E esperei que meus dias fossem iguais àqueles das canções que desafogam as minhas mágoas em uma tarde chuvosa. Rezei para que não visse o fulano onde seria impossível, porque naquele lugar, claro que ele estaria ali. Fiz juras de amor a quem não as merecia e depois voltei pra casa ouvindo Fresno e Fake Number. Planos e promessas que nunca saíram do meu subconsciente. Das palavras que não tiveram coragem de se desprender dos meus julgamentos. Contudo, de todas as coisas (erradas) que eu faço, a pior delas é eu não falar (a verdade) contigo.
Siga sempre, tente olhar para frente sem chorar. E se o choro vir pra te atrapalhar, saiba que eu estarei lá pra te ajudar. E o seu grande dia pode amanhã chegar, é só você deixar a luz do sol te acordar ♪
Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Galã: obrigada por não me achar uma idiota.

