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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Os mistérios de 1º de abril.

Ou sobre a continuidade das mentiras.

Irônico como a mentira - um sentimento cruel - têm um dia inteirinho dedicado a ela enquanto sua maior rival - e a mais desejada - não possui sequer referência. Dedicamos um dia inteiro de nossas vidas para brincarmos de contar mentiras-meio-verdades, aquelas que a gente morre de vontade que seja verdade, mas que no fundo não são. É outra forma que a sociedade encontra de camuflar o que mentiras mais sérias, enquanto você conta histórias, mais dinheiro é desviado. Coisas que só se veem no Brasil.
Entre mil brincadeiras encontramos milhares de formas de demonstrar implicitamente aquilo que queremos no momento. Podem não ter muito fundamente mas toda palavra tem lá sua consequência.
Acredito que teor implícito de verdade dá a emoção que induz as pessoas a contarem-as cada vez mais. Não critico, rio de algumas e caio na maioria delas. É legal para descontrair a vida que normalmente já não é brincadeira, só não podemos viver os outros 364 dias vivendo de mentiras e histórias mal terminadas.

As mentiras que todo mundo já contou em primeiro de abril:
1-A mãe de alguém muito próximo morreu
2-O professor não vai dar prova amanhã
3-Tenho um novo e lindo namorado
4-Vai ter festa hoje à noite
5-Gritar pra classe "alerta de terremoto"!
6-Que alguém que você conheçe está na televisão

terça-feira, 22 de março de 2011

Sobre as diferenças entre escrita e ação.

Escrevemos para nos livrar da raiva e da inquietude. Agimos de acordo com aquilo que pensamos e escrevemos. Nossas palavras e ações são algumas das poucas coisas que podemos chamar de "nossas". Há quem escreva o tempo todo ou escreve só para passar o tempo. Diferentemente da escrita, as ações são contínuas e não esperam seu surto de inspiração. Para os que só escrevem, está na hora de começar a agir.
Com o passar do tempo, as ideias vão se fixando e as palavras ganham um tom de seriedade que antes não possuíam. A partir daí, as meras palavras se tornam teorias, meio que uma regra que a gente mesmo inventa. São resultado de nossas expectativas, anseios e, até mesmo, da ira. São os nossos mandamentos, que fazemos questão de cumpri-los à risca, por mais desengonçados que sejam.
Porém, chega um momento em que simplesmente nos cansamos de só escrever e queremos ir em busca de provas que nossas teorias são verdadeiras. Quero um pouco de adrenalina, de perigo. E é o que tenho buscado fazer, provar as minhas teorias. Não quero transformá-las em teses com comprovações científicas, apenas ver até onde posso transformar minhas palavras em ações. Assim, me sentirei mais apta a vir aqui inventar outras teorias, pois saberei que têm um propósito e que poderei ajudar outras pessoas a encontrar fórmulas de resolução sem quebrar a cara.
E o que você faz com a SUA vida? Já parou para pensar em quanto tempo desperdiça? Você está mesmo concentrando todas as forças em buscar os seus objetivos e testar suas teorias? Avalie a sua vida, só por alguns instantes. Só não se esqueça que enquanto você toma conta da minha, a sua está jogada na sarjeta.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Faça o que eu falo, e não o que eu faço, porque às vezes eu faço tudo errado.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A história e o presente dos meios de comunicação

Internet, televisão, rádio e jornal são importantes meios de comunicação. Cada um, a seu tempo, trouxe mais conhecimento e diversão às pessoas. Com tanta variedade, podemos escolher o que nos for melhor e tirar proveito disso.
Uma das primeiras medidas da Família Real no Brasil for a criação de um jornal de circulação interna com os principais acontecimentos brasileiros. Hoje em dia, apesar dos jornais onlines, sua forma impressa não foi totalmente abandonada e por ser um veículo de grande crítica política, a leitura se faz essencial. Além disso, nos jornais municipais, é possível acompanhar de perto a situação política e financeira em que a cidade se encontra.
Depois do jornal, chega o rádio com as primeiras novelas, programas musicais, esportivos e políticos. Anos depois, na década de 1950, a televisão chega ao Brasil com o intuito de levar informação e diversão de forma mais rápida. Ainda em preto e branco, as novelas e programas humorísticos da época são citados como os melhores já vistos.
Mais recente, a Internet globalizou o mundo. Possibilita informações instantâneas, amigos pelo mundo inteiro, facilidade para acessar sua conta bancária, redes sociais, todo tipo de site imaginário e mais surpreendente ainda, isso tudo cabe dentro de um celular.
Se analisarmos a história, veremos que os fatores maléficos nos meios de comunicação dependeram do ser humano e de suas intenções. Assim como Dom João não previa a Internet em 1800, não podemos prever quais serão os meios de comunicação do futuro ou se esses permanecerão. Com tantas opções disponíveis a baixo custo, só ficará fora da globalização quem quiser. Contudo, ninguém nos roubará o poder de escolhermos o que nos convém.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Foi uma da smelhores dissertações que escrevi este ano.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Para o seu governo, o meu estado é independente.

Está chegando a hora de decidirmos o futuro de nosso país, mais uma vez. Vejo a democracia como a forma mais digna de tentar fazer o melhor. A política manifesta muito em meus textos argumentativos e é um de meus assuntos preferidos para discussão. A história política brasileira por si só me instiga. Há nela algum magnetismo, que nem eu entendo direito, que aprisiona toda a minha atenção e curiosidade, elevando, ainda mais, meu já conhecido status de chata, que aos 14 dedica boa parte de seus estudos e discussões a um assunto banalizado pela juventude.
De fatos positivos e negativos, a história me faz buscar linhas intermináveis para tentar imaginar a vida em um regime mais autoritário, que calou a boca de milhões de brasileiros. É inevitável me imaginar na ditadura, visto minha incapacidade de manter minhas opiniões e reclamações para mim mesma.
Ao contrário do que se pensa, a corrupção e o mau governo sempre existiram e não são méritos das atuais administrações. O diferencial é que atualmente qualquer cidadão, maior de 16 anos, independente da raça, sexo, religião, opção sexual, ganho salarial ou instrução, pode e deve votar para eleger seus governantes. Nós brasileiros, possuidores das melhores e mais modernas urnas de votação, infelizmente acabamos por sermos obrigados a assistir uma propaganda eleitoral patética, onde enaltece-se demais suas próprias glórias e inferioriza-se as falhas adversárias.
Meus caros, somos todos humanos. Quem de nós, pelo menos uma vez na vida, já não se arrependeu de ter escolhido o candidato errado? E quem nos garante que o pobre candidato da campanha não vai se tornar o mais (ou a mais) temido ditador ou autor das leis mais absurdas? Na hora de reclamar, lembramos mesmo que fomos nós que os elegemos? É por isso que para poder reclamar e exigir melhorias é que devemos votar conscientes, escolhendo com prudência e não apenas pela cara de bom moço ou boa moça. É fácil prometer rios e fundos, e é justamente na hora de prometer as coisas que o povo mais quer - tais como: aumento do sálario mínimo ou construções e melhorias faraônicas - que nós, POVÃO, não pensamos, e talvez nem eles, de como tais projetos poderão ser executados.
Pensemos melhor antes de eleger alguém. Não é uma brincadeira, é nosso futuro que está em jogo. Por já termos vivido tantas coisas em âmbitos políticos no Brasil é que deveríamos incentivar o voto decente e também o fazer. Espero que os novos eleitos saibam usar honestamente seus poderes para que assim continuemos a progredir.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Seu Fernando Torres costuma dizer que ser político é "a arte da comunicação" e ele tem razão!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Brava gente, brasileira!

A coisa que mais me orgulho no Brasil, é o povo brasileiro. Eu, que só conheço outros países por livros e sites, tenho orgulho de viver cercada de gente eufórica e acolhedora, de natureza hospitaleira, alegre e trabalhadora. Desde os tempos mais remotos registrados pela história, somos caracterizados por um povo guerreiro que corre atrás de seus interesses. Nós, o povo, que vota, que se rebela, que é essencial nos textos, filmes e piadas, somos a parte mais importante de nossa história política.
"Todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles negros e índios supliciados. (...) O povo brasileiro é um povo de ,muita riqueza cultura, isso se deve basicamente a grande miscigenação ocorrida no inicio de colonização portuguesa" (Darcy Ribeiro). Também devido às imigrações do século passado, podemos ter uma diversidade cultural, tendo indígenas, africanos, italianos, português, árabes e tantos outros dentro de um único território.
Eu, patriota, além de ter muito orgulho das minhas origens rio-pardenses, fico triste ao saber que estão destruindo a própria casa, desmatando, queimando, violentando, xingando, atestando por essa atitude só, a falta de conhecimento e desrespeito à sua pátria, jogando-a à mercê das opiniões de jornais estrangeiros. Nossos governantes, sejam eles políticos ou autoridades escolares, não incentivam o pensamento de que o povo é sim importante e que nosso país é cheio de riquezas e não podemos acabar com tudo.
Meus caros, nosso Brasil é bem mais que samba, carnaval, futebol e política mal feita, somos muito maiores do que o estereótipo estrangeiro. Tenhamos orgulho e respeito, pois nossa terra mãe o merece. Cantemos nossos hinos com amor, carinho e orgulho - há muita história por traz de palavras difíceis ritmadas. Digamos que gostamos de viver aqui sim, mesmo com os problemas sérios e anda sem solução. Não somos o único lugar do mundo em que certas leis não são cumpridas; há desigualde e inconsciência popular na hora do voto, mesmo assim eu não desisto do meu Brasil, e não trocaria-o nem pela Califórnia. Acreditemos mais, lutemos mais, participemos mais; quem sabe assim cheguemos à um lugar melhor e mais justo. Imaginem o que seria de nós se Dom Pedro I não tivesse proclamado a independência... É preciso ter coragem de ser.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O conto do envelope branco - FINAL

Amélia* aguardou por mais de dois meses pela tal da carta. Muita espera para quem odeia esperar. Com tristeza no coração, já até esperava pelo escrito na carta e suas consequências, como em uma coisa predestinada a dar errada. Só não contava que realmente cairia na real quando não desse mais tempo.
Pois bem, a carta dizia que ela não poderia mais ser Jovem Vereadora, por causa de uma mudança na lei que descartava a hipótese de reeleição. A primeira reação: choque. A segunda reação: incredulidade. Impossível. Como isso foi acontecer? Estava tudo certo e bem planejado, se bobear, até alguns projetos ela já tinha escrito. Dizem que tudo que é bom sempre acaba...
Destinatário esperado, no tempo irregular e com conteúdo decepcionante. A gente sempre reza para que dura para sempre, sem contar que uma hora, por bem ou por mal, acaba. A gente só se lembra da lei nessas horas. E o que podemos fazer, se já não podemos mais mudar a lei?
E o que a Amélia fez? Foi lá, vestiu seu traje de solenidade, levantou a cabeça (porque lá a ensinaram a ser assim), respirou fundo, engoliu a tristeza, colocou um sorriso de vereadora no rosto, subiu as escadas triunfante, distribuiu acenos e cumprimentos, se dirigiu a um lugar que não estava habituada a se sentar no plenário, esperou começar, ouviu atentamente a apresentação do cerimonial - não sem antes engolir mais uma tantada de lágrimas - aplaudiu as entregas de diplomas, entregou diplomas e distribuiu desejos de boa sorte e sucesso, cantou o hino estufando o peito de orgulho, analisou mais uma vez sua passagem pela Câmara Jovem, despediu-se em atos vereadorescos, desceu as escadas orgulhosa de si mesma, foi embora com o coração apertado de ver sua cadeira azul vazia. Ela nunca esquecerá das coisas que fez ali, em um dos momentos mais marcantes e intensos de sua vida. Apesar de ter ficado triste e meio brava com a tal da lei, se sente bem orgulhosa e lisonjeada de ter tido a oportunidade de ter feito parte disso tudo.
Terceira reação: orgulho.
Amélia nem sempre fica feliz com as cartas que recebe. Ainda assim, gosta de recebê-las, pois dessa forma se sente importante. Amélia sempre vai fazer o que achar melhor com as cartas. Essa ela guardou com muito carinho.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Pois bem, nem sempre temos os finais que queremos ter.

*Meu pseudônimo preferido.

Os meus preferidos de agosto: não vou indicar alguns, mas sim indico todos, porque gostei de todos, hahaha. Enfim, acho que ficaram legais.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Eu ainda não consegui a dizer adeus.

Intimada por meus sentimentos intenso, ainda à flor da pele, estou aqui, num misto de tristeza, orgulho e alegria, para fazer mais um texto contando sobre minha passagem pela Câmara Jovem de São José do Rio pardo, legislatura 2009/2010, que se encerrou à poucas horas atrás. Nos meus 14 anos bem vividos, este foi um dos capítulos mais intensos, importantes e especiais de minha vida. Por tudo e por todos que conheci, vos digo que não me arrependo de nada e que sentirei imensa falta de todas as tardes de reuniões e Seções Ordinária, da convivência com os amigos vereadores e da minha saudosa cadeira azul, à direita, no corredor.
É o fim de mais um ciclo onde termino chorando. Choro por pela tristeza em que sinto de não fazer mais parte deste projeto tão abençoado ao mesmo tempo que me sinto extremamente feliz e orgulhosa de ter participado dele. Ainda com alguns projetos e requerimentos por fazer, sinto que cumpri o que prometi no dia 3/07/2009: honrar o cargo que me foi destinado: o de Vereadora Jovem. O cumprimento de tais projetos depende de outros superiores para se tornarem benefícios para população, contudo, fiz o que pude para que fosse cumpridos ou que chegassem perto disso; toda vez que caminho pela Praça da Matriz, estufo o peito e digo que fui uma das responsáveis pela colocação de lixeiras separadas, mesmo que indireta e insignificantemente, ajudei a melhorar minha cidade.
E o que um Jovem Vereador faz? Quase tudo que um Vereador eleito pelo povo - a não ser pelos projetos de lei que não podemos fazer. Fiscaliza o prefeito e os secretários, faz indicações de projetos que podem se tornar benefícios para a população (se a força maior assim quiser), cobra atitudes, entra em contato direto com a população e tenta ao máximo tentar levá-los adiante, cumprimenta instituições, empresas e órgãos públicos pelo desempenho, participa das festas municipais e por aí vai. Sempre haverão pessoas que dirão que isso é trabalho escravo e onde-já-se-viu ficar se fazendo de vereador aos 14, ainda mais de graça, pois saibam vocês, que duvidaram de nós, que estamos nessa por que gostamos e só quem está lá sabe com é de fato, algo inexplicável, inatingível, singular e que, certamente, atigimos nossos objetivos.
Sobre as amizades que fiz ao longo deste ano legislativo, saibam que foi de grande importância para mim. Levarei comigo cada amigo, cada vereador, cada sorriso, cada momento que passamos juntos, ora trabalhando sério, ora fazendo brincadeiras. A "família" que escutei no início de meus trabalhos de vereadora jovem, é sim uma profecia que se cumpre. Aos poucos, com tanta convivência, acabamos nos tornando fortes e unidos, para o que vier. Ah, sentirei tanta falta de vocês! Foi de grande importância para mim cada apoio moral, cada sorriso, cada risada, cada zoeira no plenário. Obrigada por terem confiado e acreditado em mim.
Em hipótese alguma, faria qualquer texto sobre a Câmara Jovem sem mencionar seu Fernando, coodernador, amigo e mestre da Câmara Jovem. Nós sabemos que se não fosse por ele essa Câmara Jovem não sobreviveria muito tempo, nem a Câmara Municipal. É um cara que com seus 70 e tantos anos bem vividos e cheio de história pra contar, faz tudo na Câmara, tudo mesmo, ajudando quem precisar, dando ideias e corrigindo quando preciso. Com ele, aprendi tantas coisas - bem mais que o hino de São José do Rio Pardo. Foi o principal incentivador e, na significação ideal das palavras, um mestre que mostra o caminho certo. Com alguma convivência, nós aprendemos que não devemos chegar atrasados ou faltar sem motivos altamente justificáveis, que devemos questionar e brigar por nossas ideias - sejam sensatas ou revolucionárias. Agora que não estarei mais neste meio, sinto quão privilegiados são estes novos Vereadores que estarão sob sua guarda. E quanto à mudança da lei, sim eu fiquei BRAVINHA seu Fer, porque a Câmara Jovem foi muito importante para mim e assim gostaria que fosse neste ano também, mas tudo bem, afinal outros têm que ter a mesma chance que tive e espero que eles aproveitem tão bem quanto eu. Eu gosto muito do senhor, com seus cabelos brancos com ou sem gel, com roupa solene ou de short havaiano colorido e mostrando a cueca, com ou sem a minha cadeira azul e o meu 'cargo' de Vereadora Jovem. Que Deus te dê vida longa e muita saúde, e que por muitos e muitos anos tome conta da Câmara Jovem. Obrigada por tudo, seu Fer.
Acho que falei demais. A Câmara Jovem não foi só este texto, foi muito mais, muito além do que eu consigo expressar, muito além da capacidade de entendimento de quem não viveu e nunca ouviu falar. Me deixou querendo mais, muito mais -e olha que eu já tive muito. Torço pelo sucesso desses novos vereadores, que saibam fazer bom uso disso. Sentirei saudade - infinita, aliás - mas fico feliz de ter ajudado a contar esta história; vou dizer aos meus filhos e netos quão pivilegiada fui. Daqui para frente, mesmo com o mandato expirado, continuarei lutando por melhorias e boas ações da prefeitura, praticando a cidadania que aprendi.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Milhões de muito obrigada. Milhões de sentirei saudade. Milhões de momentos bons. Milhões de risadas. Milhões de pessoas e lugares inesquecíveis. Vida longa à Câmara Jovem.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O papel da imprensa.

"A imprensa e a mídia são conhecidas como o "quarto poder" porque têm um papel importante no mundo democrático. A liberdade de pensamento, de opinião, de expressão e de imprensa é fundamental. Não é à toa que esta liberdade é a primeira vítima dos regimes totalitários de qualquer tendência.", foi o que disse Luiz Moura em seu blog.
O mundo moderno vive em torno da informação. Os maiores e mais importantes meios de comunicação de nossos tempos modernos são Internet e televisão. Para ter a notícia, foi preciso que alguém fosse lá, registrasse e editasse para ser exibido. A imprensa é responsável por informar, denunciar e entreter.
Muito temos a agradecer á imprensa. Imaginem o quanto não saberíamos se ela não existisse. Em ano eleitoral, onde será eleito um novo presidente para a república, é fundamental que tenhamos o máximo de informações possíveis sobre os candidatos, o que pretendem fazer e o passado deles. A imprensa é a ponte de ligação entre candidato e eleitor.
Uma verdade é que a imprensa divulga aquilo que quer e o que lhe convém. Nós expectadores não temos a obrigação de aceitar, por isso é importante ler outros jornais, revistas, sites, autores, livros.
A imprensa no Brasil é livre, assim como: liberdade de opinião, pensamento, voto e culto religioso. A questão é saber resolver a equação: informação + diversão - sensacionalismo - corrupção - mortes + cultura = população satisfeita.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Se o Brasil não fosse uma democracia, eu estaria perdida; no mínimo já teria sido presa ou exilada.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Leis Paliativas.

Nosso Brasil é cheio de leis paliativas. Leis Paliativas são aquelas que não são cumpridas, sendo algumas até meio absurdas e ridículas. Quantas leis só existem na Constituição Federal...
Na escola. Em casa. No trabalho. No trânsito. Na Câmara. Na Prefeitura. No Congresso. No Senado. As multas.
Algumas até dão raiva, porque são elas que geram injustiças que geram insatisfação geral. Lei é lei. Eu não tenho como mudá-las; não fui eu quem as criei.
Têm lei que ninguém respeita. Um exemplo bem clássico para isso: o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Adolescente só tem deveres, como se não tivesse direitos também. Uma vez que eu cumpro com o meu dever é normal pensar que terei meu direito respeitado. Nem sempre é assim. A lei me garente várias coisas, desde que eu cumpra o meu dever. Têm pessoas que não respeita os direitos alheios. Diz a filosofia da minha mãe: "o teu direito começa quanto termina o meu".
Eu posso querer ter os meus direitos, mas quando alguém os fere é meio complicado explicar que estão indo além do que podem. Mas é só mais uma lei, não é mesmo? Quem se importa em desrespeitar mais uma lei? Não está certo, não concordo. Entretanto, não posso mudar as opiniões dos outros, uma vez que não quero que mudem as minhas. É lamentável ver alguém bem na sua frente desrespeitando a lei ou ferindo o teu direito. É assim que é o Brasil. E a culpa é dos brasileiros.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
"Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação. Que país é esse?" (Legião Urbana)

PS: A foto que eu queria adicionar nesse post, mas não consegui: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgf4ZsY9hVNoqJc3j0XDBAQp4JNbtO_W-bIqOro-DJ4SI2GG8eR68z6Xj_u0DmJggT8z6hQG2vG0IXUrZrM5CsjooOQWXEvXxg6jhGxjE4Cu10xCSzwGIvrH5W82hl3H910Pef8ujaZVSfO/s400/judge.jpg

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Alguém que me faz sorrir, alguém que vai me abraçar.


Eu sei que já falei de você aqui. Mas eu preciso falar de novo. Sabe, final de ano é sempre assim, você para um pouco para pensar em tudo que aconteceu e nas pessoas que se fizeram importantes na sua vida. Olhando pra traz, vendo tudo que passou, é praticamente impossível não falar de você de novo e não agradecer-te.
Maiara Janeiro, falo sobre ti em Dezembro. Você não é minha amiga de infância, que sabe tudo sobre mim - mesmo porque eu te conheci este ano. Você não foi aquela amiga presente em todas as horas. Me permito usar o velho clichê que você foi como as estrelas, não esteve presente sempre, mas a gente sabe que está lá. Você não sabe de todos os meus problemas, medos e planos. Você não ficou me perguntando o que eu tinha ou se estava tudo bem e foi aí que eu vi que o que importa é o momento, porque ele passa depressa.
Você disse que eu estava bonita, até quando estava horrível, seja na foto ou ao vivo. Você me deu seu sorriso de confiança, incontáveis vezes, que me encorajou. Você me deu seus conselhos, que as vezes adiantaram e outras a gente caiu na gargalhada. Você me deu um presente de aniversário incrível: teu abraço perfeito, teus sinceros cumprimentos, sorrisos e algumas palavras de carinho. É, teus abraços são incríveis, capazes de transformar o meu dia, o meu humor; aquele que conforta e te dá confiança de encarar os problemas da vida. Você riu das minhas piadas, inclusive daquelas bem palhas que não precisava ter rido. Você me ensinou muita coisa, mesmo sem saber que ensinou. Você apoiou as minha ideias, até as mais loucas e impossível de se realizarem, sem discutir. Você não me deixou ficar lá no meu canto, e isso foi bom. E fez eu conversar com você e rir, até quando eu tava mal e queria ficar quieta, e isso foi muito bom. Você gosta de mim do jeito que eu sou, sem querer ficar me falando que é melhor mudar isso e aquilo.
Acho que com você eu aprendi que eu não preciso ser falsa para as pessoas gostarem de mim, porque quem tiver que gostar de mim vai gostar do jeito que eu sou. Não preciso nem rir toda hora, porque a gente precisa falar sério. Não preciso falar sempre, porque quem fala de mais corre o risco de usar as palavras erradas e pra quê tantas palavras se as atitudes, sorrisos e abraços dizem tudo, não é mesmo?. Mas também é bom jogar conversa fora, para descontrair e é bom quando a galera faz isso, me deixa feliz. E é bom conversar e rir com você. Também não preciso ficar pensando em conseguir e gastar dinheiro o tempo todo, porque dá para ser feliz sem, claro, se você tiver quem te encoraja e te dá um sorriso e uma braço ao teu lado; porque o que importa são os momentos bons com quem a gente gosta e quando a gente está reunido, seja para trabalhar ou se confraternizar.
É Má, você é perfeitamente linda, até quando acha que está feia. O teu cabelo é demasiadamente perfeito, até quando você cisma de enrolar. Você me abraçou, do jeito e quando ninguém mais o fez. E quando eu tava numa pior, você continuou do meu lado, sorrindo, sem saber que eu estava mal, me fazendo rir de cada coisa e eu consegui esquecer do turbilhão de coisas que rondava minha mente.
Eu sei que cada uma de nós vai seguir seu caminho e pode ser que daqui há alguns anos eu nem me lembre sequer do seu nome. Mas eu queria que ficasse aqui o meu agradecimento por tudo que você fez neste ano de 2009. Que pessoas como você são difíceis de encontrar. Minha anjinha. Sorridente, simpática e sempre disposta a ajudar. E mesmo que um dia a gente nunca mais se veja ou que a gente se mude para cidades muito longes, saiba (é, eu sei que você sabe) que você foi uma pessoa muito especial para mim. E mesmo sem saber, me ensinou tanto. E me ajudou a ser alguém melhor. Às vezes não precisou dizer nada, é, foi só você estar ali comigo.
Essa foi a maneira que eu encontrei de manifestar meus sentimentos. Que eu te adoro. Te admiro. Gosto muito de você. Não sei como pode ser um dia sem você. Que você é uma menina única, com todos os seus gostos e manias diferentes dos meus e que ao mesmo tempo a gente se dá tão bem que parece que eu te conheço há muito mais tempo. Que você é muito importante. E que eu quero preservar essa amizade. Mesmo que um dia eu esqueça seu nome, quero poder dizer aos meus filhos que eu tive uma amiga que me deu um abraço tão bom que eu nunca esqueci, que me apoiou, que me aceitou do jeitinho que eu sou, que quis meu bem, que só com o sorriso ou o olhar me passou confiança e me deu coragem de seguir em frente com as minha ideias, até aquelas meio absurdas.
É Maiarão, amo você. Conta comigo. Porque eu não tenho mais nenhuma palavra bonita, e sei que elas são até desnecessárias, para te dizer o quão importante você foi e certamente será para mim. Só queria dizer com isso tudo que eu te amo. E muito obrigada por tudo.
Beijos e abraços com muito carinho, de quem te admira, apoia e ama,
Maria Olívia Capitelli Dornellas, 17/12/2009.


Depois dessa, vou pegar um lencinho para enxugar minha lágrimas felizes e boas de chorar.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Discurso - Agradecimento Solene



Senhorita Presidenta da Câmara Jovem, Maiara da Silva Janeiro; senhor Secretário de Trânsito, Folharini, representante do Prefeito Municipal João Luís Cunha; senhora presidenta da Câmara Municipal, Lúcia Helena Libânio de Cruz; senhora Nicolle Figueiredo, presidenta da Casa de Cultura e Cidadania, que hoje recebe o Diploma de Mérito Jovem; colegas jovens vereadores; público presente; boa noite.
É neste dia (4/12/09) que um ciclo chega ao fim. Um ciclo de muitos que ainda viveremos. Um ano legislativo que acaba, formalmente. SÓ um ano que acaba. Com a certeza de que a luta continua. E muitos projetos, reclamações, ideias, cumprimentos serão aprovados e discutidos. De novo.
Amizades foram construídas ao longo de um ano de muito trabalho. Que certamente, nunca esqueceremos. Foi um ano muito bom, para todos nós.
Fica a certeza de que trabalhamos seriamente, com compromisso para com o município. A certeza de que, independentemente se serão feitas ou não, tivemos ideias muito boas. Que, antes de mais nada, NOS orgulharam. Que aprendemos, trabalhamos, e sem ganhar nenhum dinheiro por isso, que, no entanto, não incomodou à ninguém, pois foi um ano de muito aprendizado, moral e ético.
Nossos mais profundos agradecimentos ao Senhor Prefeito deste município, João Luís Cunha, que prestou sua atenção à Câmara Jovem; à presidenta Lúcia Helena Libânio da Cruz, na pessoa de quem cumprimentos os demais vereadores, por dar seu apoio à Câmara Jovem. Agradecemos especialmente o vereador Caco Gumieri, por à 9 anos ter instituído o projeto Câmara Jovem neste município.
Mas tem uma pessoa que não podemos deixar de agradecer. É o senhor, Fernando. Obrigada por tudo, se não fosse o Senhor, não seria possível este projeto continuar. Foi o senhor que nos auxiliou, que 'puxou a orelha' quando foi necessário, nós sabemos que em todas as vezes foi para o nosso bem. Foi o senhor que dedicou seu tempo para a Câmara Jovem. Foi o senhor que nos aguentou. Foi o senhor o principal incentivador. Um pessoa super especial em nossas vidas. Desculpa alguma coisa, é, acho que algumas vezes conseguimos irritar o senhor. Mas muito obrigada por tudo. O senhor sabe, que nada disso estaria acontecendo se não fosse por o senhor ter nos ensinado a ser assim, se não fosse por tudo que o senhor fez por nós. E com certeza, continuará fazendo. Muito obrigada. Nós amamos o senhor, Fernando. [ABRAÇO COLETIVO NO SEU FEEER !!!].
À todos muito obrigada por terem participado desta seção e também aos nossos familiares, que nos apoiaram e incentivaram a estarmos aqui. Obrigada.
Nos despedimos deste ano de 2009 com a certeza que estaremos aqui neste plenário no próximo ano, praticando a cidadania e a política, sob olhar crítico de jovens, dispostos a lutarem por melhorias em nossa cidade, querida São José do Rio Pardo!
À todos uma boa noite e um feliz 2010.

Sou extremamente grata à vocês, por serem o que são e por terem me feito tão bem e tão feliz. Era só chegar lá e encontrei vocês, que eu esquecia os meus problemas - que são muitos. Eu vou lembrar pra sempre de cada rosto, de cada sorriso. Obrigada.
Fotos: a foto solene da solenidade e eu e seu fer.

domingo, 25 de outubro de 2009

NÓIS.

Sei que as vezes exagero, sou dramática e tudo o mais. Não tentem me entender. E eu também nem quero que me entendam. Sou polêmica e chata.
Mas, me dá um abraço, daqueles bem apertados e diz alguma coisa legal ? Daí eu mudo e meu dia se transforma,e tudo vira festa, até quando é sério.
É por isso que eu digo: eu devo até ter sorte, por conhecer pessoas tão legais, que me abraçam e me dizem coisas legais, mesmo eu não merecendo-as.
E nas esquinas escuras de qualquer lugar a gente vai estar junto, falando nada e coisa nenhuma, com uma camiseta branquinha e uma pasta azul detonada ou não. A gente é o futuro, meus caros. A gente é o melhor povo. A gente é chato e sem noção. A gente faz pergunta idiota. A gente responde coisa sem nexo. A gente curte um som. A gente curte qualquer reunião, e nem precisa ser em um lugar legal e muito menos ter música boa. A gente é demais. A gente deveria ser ouvido.
E eu ordeno, nesta casa não haverá separação.

Câmara Jovem, até o fim.

sábado, 10 de outubro de 2009

Quando se têm amor por uma coisa, é difícil calar-se.

Essa semana foi super corrida, Semana Euclidiana, oficina cultural de ARTE (ai, como eu odeio artes) e finalmente, o dia da CAMPANHA DE DOAÇÃO DE MEDULA E SANGUE que foi um sucesso, atingimos a meta em tempo recorde.
Eu sei que sou chata, e me gabo toda pela Câmara Jovem. Eu fico feliz com uma notinha sobre as seções que sai no jornal. Deveria falar menos. Mas quando você tem amor por uma coisa é difícil ficar quieto, eu preciso falar. Aguentem-me.
Não posso negar que ganhei excelentes amigos novos. Amizade se constrói com o passar do tempo. Eu aprendi a respeitar quem eu não conhecia e quem é tão diferente de mim. Eu passei a amar isso e fazer, assim, as minhas melhores horas, momentos. Eu queria voltar o relógio para traz só pra poder viver de novo. Não mudaria nada, apenas viveria de novo.Ainda tem muita coisa à ser vivida, mas posso dizer que passei momentos muito inesquecíveis com vocês. Eu até pretendo fazer uma postagem sobre cada um de vocês. Hoje falo da senhorita Maiara Janeiro, minha linda, presidenta da Câmara Jovem.
Talvez , nossa amizade vá se distanciar , ou até mesmo acabar , porque nada é pra sempre. Você me fez rir de cada coisa, menina, e acho que tu nem sabe que eu estava mal, querendo chorar, desesperanda, querendo gritar, mas você deu seu jeito único de me fazer rir. Meus olhos se enchem de água (ok, meio exagerado) só de saber que poderei passar semanas, meses e até anos sem te ver, sem falar contigo, eu não imagino. Já têm tantos momentos bons...A camiseta preta, a de branquinho. O sangue preto. O pai. A posse. Os abraços. As seções. A cadeira e a mesa. A busca pelo patrocínio, onde andamos feito vereadoras jovens pela cidade atrás de 50 reais (sem o menor sucesso). O sorvete e o pirulito. O café gelado. A bandeira que te odeia. A campanha. As conversas, as sérias e, principalmente, as descontraídas, que surgiram do nada. Coisa linda que MOROU NO RIO GRANDE DO SUL. Você me abraçou. Apoiou as minhas ideias loucas, sem discutir. Eu te admiro, por tudo que você é. Te apoio. Companheiras nas farras, nas guerras, seções, caminhadas, campanhas beneficentes e nos trabalhos não remunerados. Tão próximas que até os gestos, gostos e manias se confundem, apesar de cada uma ter a sua forma de pensar. Palavras tornam-se desnecessárias nessas horas. Conta comigo, presidenta !

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Eu até tenho sorte, encontrei pessoas maravilhosas. Nós trabalhamos muito e não ganhamos dinheiro algum. Eu não reclamo. Faço deste trabalho, as melhores horas da minha vida. Eu amo tanto tudo isso.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Uma crítica e um pedido.

Os bem-sucedidos economicamente. os corruptos. Os que não fazem nada. Os que não cumprem as promessas das campanhas eleitorais. Amados contra os odiados. Os que fazem coisas erradas e ainda as nega. Os que inventam leis absurdas. Enfim, podemos classificar os políticos em diversas 'classes' ou grupos.
Falo de forma especial à nossa querida São José do Rio Pardo, que parece estar se afundando tal qual os inúmeros buracos dessa cidade.
Não cabe a mim julgar o que está sendo ou feito ou não. Os 'poderes' estão em pé-de-guerra, bem mais que os jornais noticiam.
Posso comprovar contradições que eu mesma escutei. Estando com a Câmara Jovem posso ter uma noção do que está acontecendo. As coisas não estão andando bem aqui no município. Estão voltando atrás nas promessas feitas na campanha.
Uso esse 'meio de comunicação' para implorar à Vossa Excelência Sr. prefeito deste município que responda os requerimentos e apoie a Câmara Jovem, pois, bem como nos disse no dia sete de Setembro, nós somos o futuro. Só estamos apontando os problemas para que eles sejam concertados, já que são os próprios moradores que pedem mudanças. Um pouco de atenção já seria o suficiente para dar motivação. Nós estamos trabalhando sério.
Dizem que o pior surdo é o que nem quer ouvir e pior burro é o que tem medo de pensar. Os políticos - não só de São José do Rio Pardo- deveriam fazer o que realmente for bom. Pensar bem antes de tomar qualquer atitude para que as classes menos favorecidas não venham a sofrer as consequências.
A população deveria ter conhecimento das coisas que estão acontecendo - infelizmente nem todos podem ter.
Nós, enquanto cidadãos, devemos requerer melhorias, elas podem - mesmo que demorem muito - ser atendidas. Nós somos responsáveis, também, pela cidade. Vamos lutar por um presente e um futuro melhor para todos. Nós merecemos uma cidade, um país melhor.

PS: a Professora é filha do líder do prefeito, mas deu carta branca ( criticar muito quem quisesse), espero que a senhora esteja preparada. É mais ou menos assim que eu vou entregar meu texto. Achem ruim o quanto for, certos problemas não dão pra serem escondidos.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Quem acredita sempre alcança!

Eu só quero o meu trabalho reconhecido e um voto de confiança. Bah, será que é pedir demais?
Eu me revolto, até com quem não deveria. Eu sei muito bem me defender, sei me calar. As críticas só são válidas quando são VERDADEIRAS, muito bem aprendi isso. Precisa ser real, que se possa mudar. Eu não estou vendo nem problema em mim, alguém está vendo ?

É muito difícil aguentar a pressão que fazem sobre ti. Agora estão vindo com essa de mudar a 'lei' da Câmara Jovem. Agradeçam ao Sr. Prefeito que em uma semana mudou de opinião.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Mesmo sabendo que não adiantará nada, eu irei em frente. Eu acredito em mim. 'Se você quiser alguém em quem confiar confie em si mesmo, quem acredita sempre alcança'. (8

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Já raiou a liberdade no horizonte do Brasil

É podemos comemorar e sobretudo agradecer à D.Pedro por ter proclamado a Independência. Somos livres e podemos fazer o que bem entendermos como certo (ok, nem tudo).
Bom, eu estou feliz. Agora são 21:30 e eu cheguei a pouco da comemoração do 7 de Setembro em ato cívico aqui da minha cidade. Como vocês sabem, eu sou uma jovem vereadora e fui 'convidada' a comparecer. Eu fui e ainda ocupei a tribuna das autoridades. O Prefeito veio apertar a minha mão e dizer que fica orgulhoso de ver a Câmara Jovem porque nós seremos o futuro. Eu também adoro cantar hinos. Sei que é um gosto um tanto quanto estranho. Também fico orgulhosa e feliz.
Hoje eu, verdadeiramente me senti como uma vereadora. Talvez nunca tenha me sentido como me senti hoje. É uma alegria tão imensa. Eu canto com orgulho.
É o que eu digo: não importa o quão cafona pareça para os outro. O importante é que eu me sinta bem, que eu goste. Eu sei que as vezes pareço tosca, sem noção, tonta e louca, mas acho que só Deus talvez tenha uma ideia de como eu estou me sentindo, de como eu estou feliz.
Salvem esse Brasil, que como disse o Prefeito, é o M-E-L-H-O-R país de todos. Mesmo com todos os seus problemas. E digo mais, querida São José do Rio Pardo!

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Independência ou morte: paz, glória e felicidade.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Todos juntos, dançando e cantando a mesma canção PARTE IV - O DESFECHO

Está bem, essa vai ser a última parte do 'todos juntos, cantando e dançando a mesma canção'. Iria utilizar ainda esse 'logotipo' para as coisas futuras que virão da Câmara e da Campanha, entretanto eu criarei outro 'logotipo' (pormeto yn).
Então, esse 'logotipo', 'todos juntos, cantando e dançando a mesma canção', fala sobre união. De todas as tribos extremamente diferentes se unirem por causa maior.
Sabe, a minha maior alegria nos últimos tempos é ver que meu trabalho está sendo reconhecido. Bem poucos são os reconhecimento, é bem verdade. Mas já me anima. Engana-se quem pensa que um elogiozinho de vez em quando não faz bem para a auto-estima. Te dá força e, mais que tudo, coragem para seguir em frente acreditando em seus ideias, sejam eles quais forem, por mais estranhos e loucos que pareçam. No fim, tudo se ajeita meio que à nosso favor. Até quando tudo parece perdido e impossível, há uma saída que é boa.
É bom demais juntar gente querida em um lugar e levar a vida à sério. Mas sempre com um sorrizão estampado no rosto. Felicidade é algo que transborda para fora de si, passando uma sensação de confiança e auto realização.
São coisas tão pequenas que estão me alegrando. Coisas que para a maioria é chato e cafona. Mas hoje eu estou feliz. Com a minha devida e boa dose de auto-estima de depois de uma reunião na Câmara. Não vem ao caso dizer o que fulano ou siclano disse ou deixou de falar. Não cabe a mim julgar. Eu não quero julgar. Pelo menos não agora. Deixarei o julgo para outra ocasião.
Vale a experiência e a convivência de aceitar quem é diferente mais ao mesmo tempo tão igual. Quem quer o teu bem, mesmo que mal te conheça. Quem quer questionar, sugerir e também elogiar.
Hoje eu só agradeço.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
E, olha, eu já tento tanto para agradecer. É só o começo. Muitas coisas boas ainda virão.

me segue no twitter: twitter.com/marodornellas

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Profetizando

Quando todos dormem
E os sonhos vêm com alívio
A cidade selvagem
Morde como um animal
Conheço essa paisagem
E a lei do mais forte
Conheço essa paisagem
Mas confio na minha sorte
Eu vejo, sim eu vejo vício e dor
Eu vejo, sim eu vejo balas e também amor
Eu vejo, sim eu vejo tensão no ar
Eu vejo, sim eu vejo o medo por todo lugar
Todo mundo, todo mundo
Todo mundo olha mas ninguém vê
Veja a cidade
Onde mentiras
De tanto repetidas
Se tornam verdade
Quem não sabe não aprende
Olha mas não vê
Escuta mas não entende
Olha mas não vê
Vejo sangue e solidão
Eu vejo, sim eu vejo culpa e também perdão
Eu vejo, sim eu vejo o fim é iminente.
O Profeta - Capital Inicial

Gosto do Capital Inicial; as críticas para embalar a quinta-feira (uhu, eu estou ansiosa para amanhã *-*). Sugestão, crítica e elogio. O TRI-PÉ.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Agora está difícil olhar sem ver.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Sutilmente

E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace. E quando eu estiver louca, subitamente se afaste. E quando eu estiver boba, sutilmente disfarce...Mas quando eu estiver morto, suplico que não me mate, não, dentro de ti... Mesmo que o mundo acabe enfim. Dentro de tudo que cabe em ti. Sutilmente - Skank

Eu estou gostando de ouvir essa música. É, eu quero mais abraços e quero ver as pessoas que não gostem se afastarem. Deixa ir embora, eu quero continuar em frente com o queixo erguido.
Algumas opiniões só são válidas para os textos bonitos da aula de redação. Estão vestindo a máscara. Eu também visto a minha, claro. Visto a do Jason, aquele que quando ninguém mais espera reaparece e surpreende à todos. E no final, acaba até se dando bem. SALVE O TRICOLOR PAULISTA !
Plano para meu futuro próximo: aprender a cantar Black or White do rei, deuso, morto e não enterrado Michael Jackson.

Bom, quinta-feira a Câmara Jovem realizará a sua PRIMEIRA SEÇÃO ORDINÁRIA DA LEGISLATURA 2009/2010. Eu estava querendo me manifestar na ' tribuna jovem' (Se não me engano o nome é esse mesmo). Mas eu estou sem ideia de pensar em algo legal pra falar lá. Nem sei se vou me 'manifestar'. Vamos ver. Dependerá muito do momento. A seção é aberta, mas espero que não vá ninguém. Imagina se eu cometo uma 'gafe' lá na hora. Se não tiver ninguém assistindo é melhor, pelo menos agora nessa primeira, abafamos esses assunto em plenário. Hihi. Eu estou envolvida e empolgada com isso, cada vez mais.

Beijos e sorte, para todas as nações.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Fala-se tanto em gripe suína na escola mas de política recente ninguém fala. Esqueceram-se que isso também é um SURTO, QUE ESTÁ FORA DE CONTROLE. Eu não elegi ninguém mesmo. ESTÃO DISFARÇANDO SUTILMENTE.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Selo (*---------*) e um 'pronunciamento oficial'

Agradeço desde já à MCFÃ por ter me indicado esse selo, que é lindo :D

Repasso o selo para:


Um pronunciamento oficial sobre o silêncio.

Eu sou uma das que mais falam. Mas continuo escrevendo coisas tristes. Como se já não fosse o bastante, nessa ampla fase de mudanças na minha vida, tenho me calado ultimamente.
Disse aqui anteriormente que quando alguém fica quieto é que se está em paz, tranquilo. Bom, eu estou do outro lado. Silêncio de ódio, repreensão. Entretanto é o mesmo silêncio: de abaixar o botão do volume da vida. O silêncio de pressionar o botão para desligar. Desligar tudo. O silêncio de quem têm convicções, que protesta, que tenta defender a sua causa recusando-se a falar, de quem se esconde no escuro.
Se eu discursar não vão ouvir e ainda me chamarão de louca. É um protesto. Veja quem quiser ver. Não vou falar nada. Não mais que o necessário, obviamente.
É difícil dizer à respeito. Questão pessoal mas que, infelizmente, acaba envolvendo um série de fatores e pessoas.
Desejo que esse silêncio dure. Que dure até que eu veja as mudanças e entender que está na hora de subir no palanque, pegar o microfone e falar, tudo que está engasgado.
Mas eu sei, perfeitamente, que se eu dia eu REALMENTE desabafar a minha cabeça vai rolar. Esse blog é uma forma sutil e camuflada que eu encontrei de dizer o que eu penso. É difícil buscar palavras que escondam os fatos, mas eu estou aqui tentando.
Então, mais dias de silêncio virão. E mais textos e mudanças aqui no blog, uau *-*.

Uma pequena nota por Marô Dornellas:
Não há justiça no mundo. NENHUMA. (por Mia Thermopolis)